Archive for the 'Devaneios da cozinheira' Category

Outubro Rosa: cuide bem do que é seu.

Wednesday, October 8th, 2008

(Um pouco atrasada, tá valendo, Sam?)

Mulher consciente cuida da saúde.

Tá rolando a blogagem coletiva da luta contra o câncer de mama. E eu não vou listar aqui os posts que eu já li e que você deveria ler porque você deveria ler todos. Todos mesmo. Tem dicas, tem histórias, tem lembranças. A gente precisa pensar um pouco nessas coisas chatas, para evitar que elas destruam a vida da gente.

O fato é que o câncer de mama é feio, chato e sem graça. E pode tirar a vida das pessoas se não for descoberto e tratado a tempo. Mas tem jeito de descobrir e tratar a tempo: chama MAMOGRAFIA.

O auto-exame é importante. Mas tem que fazer direito, tem que fazer todos os meses e, o pior de tudo, só detecta nódulos de um tamanho considerável. Então, se você tem mais de 40 anos, precisa fazer mamografia todos os anos. Se você tem história de câncer de mama na família, fuma, bebe, não tem filhos ou não engravidou até os 35 anos, precisa fazer mamografia mais cedo. Sempre. E guardar as mamografias para comparar todos os anos.

O SUS, a partir de 2009, garante a mamografia para todas as mulheres acima de 40 anos (ou mais jovens, em grupos de risco). Dói, aperta, é gelado, é constrangedor. Papanicolau também é chato e ninguém deixa de fazer por isso, deixa? (Se deixa, passou da hora de parar de besteira.) Aliás, já que estamos falando sobre câncer, não custa lembrar da importância de estar atento ao corpo todo, como bem disse a Liliana.

E, por favor, vida saudável: alimentação equilibrada, pouco álcool, nada de cigarro, atividade física, amores, amizades, filtro solar, lazer, sexo (seguro), carinho. Vida saudável é o melhor caminho, porque diminui a chance de encontrar bolinhas por aí e porque garante que a gente viva da melhor forma possível, aproveitando o tempo que tem aqui.

Tomando chá com Tico & Teco

Saturday, September 6th, 2008

 ticoteco.jpg

“Face and grace can win every race.”

Aprendi a gostar de avelãs assistindo desenhos de Tico & Teco. O empenho que eles tinham para buscar as avelãs me fez entender que essas nozes não eram simplesmente aquelas castanhas que meus pais comiam de vez em quando (e eu odiava quando era obrigada a comer uma ou duas por dia). As avelãs são as mais doces, totalmente apropriadas para uma formigona como eu.

Assim foi que, numa das trocas que eu participei, eu fiquei surpresa ao ganhar um saquinho de um chá de avelã e baunilha. Como ele tinha escrito “Caffeine Free” no envelope, foi direto pra parte de chás noturnos da minha caixinha. E ficou lá por muito tempo, até hoje, quando eu precisava de um chá para dar cara de boa noite e me preparar para a minha ceia de 30g de chocolate meio amargo (eu já falei aqui que eu adoro a minha nutricionista?).

Segundo o site do fabricante, o chá de Tahitian Vanilla Hazelnut leva: raiz de chicória, vagem de alfarroba, canela orgânica, cardamomo orgânico, gengibre orgânico, aroma natural de caramelo, aroma natural de baunilha, folhas de estévia, aroma natural de avelã, cravo da índia orgânico, pimenta-do-reino orgânica (opa!), oléo essencial de canela. Tudo isso resulta num chá doce, de sabor marcante, ótimo para quem adora uma especiaria. A pimenta-do-reino nem me causou alergia, o que é ótimo, porque eu só fui checar os ingredientes depois de tomar uma caneca.

O sabor me lembrou muito o chocolate com pimenta preparado por Viviane Rocher no filme Chocolate. Se eu já conhecesse o Yogi Tahitian Vanilla Hazelnut àquela época, não teria morrido de calor ao tentar tomar um chocolate quente em pleno verão cascavelense…

Resumindo, adorei. Pena que acabou tão rápido, mas pelo menos eu já sei onde comprar mais: os chás estão à venda na Amazon. Se você gosta tanto de chá quanto eu, fica a dica.

p.s.1: Eu cresci e aprendi a gostar de castanhas e nozes. Hoje, não passo um dia sem consumi-las. Elas fazem muito bem para a saúde, viu?

p.s.2: A citação que inicia o post veio impressa na etiqueta do sachê. Uma coisa que me encanta nos chás importados é o capricho com que são feitos. Porque as empresas brasileiras não aprendem?